O nosso grupo interessou-se pela temática do “Desperdício e gasto inadequado de energia” pois é um tema muito abordado atualmente, muito real e que nos afecta todos os dias. Somos constantemente bombardeados com noticiais a alertar para um consumo elétrico excessivo e com apelos à diminuição desse consumo.
Para nos informarmos um pouco mais acerca deste assunto fizemos uma pesquisa e verificamos que a ideia que tínhamos da situação corresponde à realidade. Encontramos noticias em jornais que ainda nos alertaram mais para a gravidade do problema e nos esclareceram algumas dúvidas que possuíamos:
Exemplo1:
“Consumo de energia aumentou quase 1.000% em cem anos
A energia necessária para abastecer o planeta aumentou em 922% durante o século passado. Na passagem do século 19 para o 20, o mundo consumia o equivalente a 911 milhões de toneladas de óleo. Mesmo se observado o consumo per capita, que segue o crescimento populacional, o uso de energia também aumentou, em 260%.
Dois bilhões de pessoas no planeta ainda vivem sem ter acesso à energia elétrica, dependendo exclusivamente da utilização de combustíveis fósseis. Somente na China, 100 milhões vivem nessa condição. Os 5% mais ricos da população mundial consomem 58% da energia disponível, enquanto os 50% mais pobres, menos de 4%.”
Exemplo2:
“Mais de três milhões de empregos são criados na União Europeia pela chamada ecoindústria. Essa mão-de-obra permite produzir diversos artigos e serviços amigos do ambiente. Portugal, pela sua localização e condições climatéricas, é um dos países privilegiados na Europa, para a utilização de energias através de fontes renováveis. Com uma costa que se traduz em cerca de 6O% do perímetro do País, com ondulação, vento, sol e temperaturas favoráveis, é óbvia a reunião de condições para a exploração de tecnologias como a geotermia ou a energia eólica. Com estas condições, existe uma oportunidade real para o desenvolvimento do sector e para a economia em geral.”
Feita esta pesquisa, concluímos que esta é realmente uma situação que devemos procurar mudar para termos um futuro melhor.
Verificamos que, grande parte das energias consumidas atualmente são provenientes de fontes não renováveis (fig.1).
Este consumo excessivo e descontrolado de energias não renováveis têm diversas e devastadoras consequências, como:
• Apesar de o petróleo, o gás natural e o carvão serem encontrados em
abundância na natureza, o ritmo alarmante em que eles são consumidos resulta numa diminuição substancial dos reservatórios.
• Os hidrocarbonetos presentes nos combustíveis fósseis libertam gases de
efeito estufa, como o metano, o dióxido de carbono,..., que são capazes de danificar a camada do ozono.
• Além disso, outros gases nocivos como o monóxido de carbono e o
dióxido de enxofre são responsáveis pelas chuvas ácidas, o que significa um desastre para a ecologia.
• A extração de combustíveis fosseis colocou em perigo o equilíbrio
ambiental em algumas áreas. Além disso, a mineração de carvão tem prejudicado a vida dos trabalhadores de diversas minas ao redor do mundo.
• O esgotamento dos reservatórios fez da extração de combustíveis
fosseis uma atividade dispendiosa. Este facto perceptível por afetar os preços dos combustíveis.
• A fuga de alguns combustíveis como o gás natural e o petróleo pode levar
a graves perigos. Assim, o transporte desses combustíveis é muito arriscado.
• Os combustíveis fósseis contribuem para o aquecimento global.

Concluímos assim que esta é uma situação que tem de mudar nos próximos tempos. Os recursos não-renováveis são cada vez mais escassos e não estamos a desenvolvermo-nos sustentavelmente, pois estamos a usar em excesso os recursos, não nos preocupando com o futuro das gerações vindouras que deles também irão precisar.
Após alguns debates e trocas de opiniões entre os elementos do nosso grupo chegamos a algumas conclusões acerca deste assunto.
As conclusões que obtivemos estão resumidas no seguinte esquema:
Concluímos assim que esta é uma situação que tem de mudar nos próximos tempos. Os recursos não-renováveis são cada vez mais escassos e não estamos a desenvolvermo-nos sustentavelmente, pois estamos a usar em excesso os recursos, não nos preocupando com o futuro das gerações vindouras que deles também irão precisar.
Após alguns debates e trocas de opiniões entre os elementos do nosso grupo chegamos a algumas conclusões acerca deste assunto.
As conclusões que obtivemos estão resumidas no seguinte esquema:
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